Cinema argentino contemporâneo é destaque na Caixa Cultural

Cinema argentino: 23 filmes serão exibidos (Foto: Divulgação)

Após a primeira edição, realizada no ano passado, a mostra “Histórias extraordinárias: cinema argentino contemporâneo” retorna à programação da Caixa Cultural, no Rio de Janeiro. Serão exibidos 23 dos melhores longas e curtas-metragens da Argentina.

A mostra tem a curadoria de Natalia Christofoletti Barrenha, pesquisadora de cinema argentino, e Agustín Masaedo, programador do Buenos Aires Festival Internacional de Cine Independiente.

O público também poderá acompanhar os debates e palestras com artistas. A diretora Milagros Mumenthaler, a realizadora e atriz Ana Katz e a atriz Andréa Beltrão estão entre as convidadas.

Cinema argentino contemporâneo
Data: 07/11/2017 a 19/11/2017
Horário da Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Local: Cinema 2
Entrada: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia)

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Maricá, RJ: Ônibus circulam com livros disponíveis para passageiros

Coletivos ajudam a promover a leitura em Maricá (Foto: Reprodução).

Os passageiros que utilizam os ônibus gratuitos em Maricá têm, durante a viagem, uma estante com livros à disposição. A iniciativa faz parte do projeto “Viaje com Leitura” que equipou coletivos com aproximadamente 1.500 livros. O objetivo é estimular o hábito da leitura, informou o site G1 Região dos Lagos.

As obras, todas catalogadas e disponíveis em 6 coletivos, podem ser utilizadas durante as viagens. Os passageiros que não finalizarem a leitura durante o trajeto podem devolver o exemplar posteriormente, na ouvidoria da Empresa Pública de Transportes (EPT), na Avenida Roberto Silveira, s/nº, Centro.

Festival de Blues: Teresópolis recebe primeira edição em novembro

A região serrana do Rio irá receber a primeira edição do Teresópolis Blues Festival, que promete agitar a cidade com música de qualidade, cervejas artesanais e gastronomia. O evento acontece de 17 a 19 de novembro das 15h às 24h.

O as atrações ocorrem ao longo do dia, no Teresópolis Glof Club. O repertório conta com shows de blues, jazz e rock. Haverá ainda um festival de churrasco, beer trucks artesanais, além de variadas opções de food trucks e espaço kids.

Segundo a organização do evento, a entrada será gratuita mediante a doação de 2kg de alimento (arroz, feijão, fubá, macarrão, molho, óleo, leite em pó entre outros não perecíveis). Na falta da doação, a opção é doar R$ 10 na entrada em forma de vale-alimento. Estacionamento no local R$10.

I Teresópolis Blues Festival: Teresópolis Golf Club – Av. Presidente Roosevelt, 2222, Barra do Imbuí, Teresópolis/RJ. De 17 a 19 de novembro, das 15h às 24h.

Informação para todos: Uruguai cria biblioteca para deficientes visuais

Uruguai cria biblioteca para deficientes visuais (Foto: Reprodução)

Nesta segunda-feira (21/08), o site Pravda afirmou que a primeira biblioteca digital acessível para deficientes visuais no Uruguai estará funcionando a partir de setembro. Com mais 500 textos de estudo para alunos de ensino primário e médio, a biblioteca é uma iniciativa surgida da aliança entre a União Nacional de Cegos do Uruguai (UNCU) e a Universidade da República (Udelar).

De acordo com o site, o primeiro objetivo do centro é oferecer ferramentas que favoreçam a reinserção, o trânsito e a permanência no sistema educativo formal da população com problemas de visão.

– Devemos garantir o acesso à leitura como um direito de todos – assinalou a ministra de Educação e Cultura María Julia Muñoz, durante a apresentação celebrada na Biblioteca Nacional.

Ainda segundo a publicação, a proposta irá auxiliar os jovens para que, através do acesso ao material correspondente ao plano de estudos, possam finalizar os seus estudos e ter a oportunidade de começar carreiras universitárias, destacou a coordenadora do Núcleo Interdisciplinário de Recursos Educativos Abertos e Acessíveis da Udelar, Virginia Rodes.

Itaboraí: Biblioteca abre exposições de ilustrações e obras raras

Biblioteca Municipal Joaquim Manuel de Macedo, em Itaboraí (Foto: Reprodução)

A Biblioteca Municipal Joaquim Manuel de Macedo, em Itaboraí, região metropolitana do Rio, realiza na próxima quarta-feira, a partir das 17h, a abertura de duas exposições. A primeira, chamada de “Analógico e Digital”, do professor Carlos Alexandre Chavão, trata de ilustrações coloridas com a técnica aquarela. A segunda apresenta obras raras, em homenagem ao Dr. Heitor Costa, herdeiro do jornal “O Itaborahyense”, com itens de seu acervo pessoal. As informações são do jornal “O São Gonçalo”.

Segundo o gestor da instituição, Wanderson Silvas, o projeto possibilita a vivência das artes compostas por elementos diversos, sejam eles históricos ou modernos.

“A exposição proporciona a ampliação dos conteúdos conceituais para a formação dos artistas locais, constituindo uma excelente oportunidade para a percepção das obras expostas e sua relação com o espaço”, afirmou Wanderson ao jornal.

Morador de Itaboraí, Carlos Alexandre Chavão é professor de História no município e servidor há 24 anos, lotado no Centro de Memória da Biblioteca Municipal. Carlos iniciou na pintura com aquarela há três anos. “Nosso mundo foi invadido pela informática e esse é um caminho sem volta. Sendo assim, nossas vidas se transformam em uma mistura de elementos analógicos, humanos, naturais, biológicos – que tem um ritmo próprio – e outros ligados à introdução instantânea, bits, hardware, software, etc. Esses elementos andam juntos, mas nem sempre se entendem”, comentou.

O jornal “O Itaborahyense” foi fundado, em 1895, pelo avô do Dr. Heitor Costa, Hermeto Luis da Costa, e posteriormente passou para as mãos do seu pai, Hermeto Luis da Costa Jr. É considerado o terceiro jornal mais antigo do Estado do Rio de Janeiro. Caracterizou-se por ser um jornal da família que, desde os tempos do Império, difundia informações, notícias e a cultura da cidade.

A exposição gratuita fica até o dia 13 de setembro. A biblioteca funciona na Praça Marechal Floriano Peixoto, 39, Centro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Mais informações pelo email: bibliomacedo@itaborai.rj.gov.br.

“POR QUE A SUA ESCOLA DEVERIA TER UMA BIBLIOTECA?”

Biblioteca escolar: fundamental para o desenvolvimento intelectual (Foto: Reprodução)

A resposta poderia começar com uma explicação bem direta: porque está na lei Nº 12.244, promulgada em 2010. Mas a legislação para bibliotecas escolares é apenas o fim de uma longa história por trás do direito ao livro. É preciso, sobretudo, compreender o direito à arte, à cultura e à informação que as bibliotecas proporcionam e o papel da escola nesse cenário.

Apesar de sermos um País democrático, há pouca democracia no acesso a espaços culturais, muitas vezes reservados a grupos sociais com maior poder aquisitivo ou onde a mobilidade seja mais fácil, como nos grandes centros urbanos. Segundo dados do IBGE de 2015, poucas cidades brasileiras dispõem de museus (37%), teatros (23,4%) ou cinemas (10,5%).

O mundo digital, apesar da potência para disseminar cultura e conhecimento, também está distante de boa parte das crianças e jovens de escolas públicas devido à má qualidade do acesso à internet e da falta de preparo para lidar com a cultura digital. Apenas 56% das escolas públicas utilizam os laboratórios de informática disponíveis, de acordo com a recém divulgada pesquisa TIC Educação 2016.

Outro dado interessante é o da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2015 que aponta que 30% da população brasileira nunca comprou um livro. Isso é compreensível, dado que, por uma série de fatores que vão desde as pequenas tiragens até o custo da matéria-prima, o livro ainda é artigo de luxo por aqui.

É nessa aridez de circulação de ideias e arte, portanto, que as bibliotecas escolares surgem não apenas como equipamentos fundamentais para o incentivo ao hábito da leitura como também espaço de contato com diferentes suportes tecnológicos e diversidade cultural, como pontua Sandra Medrano, coordenadora pedagógica da Comunidade Educativa CEDAC.

Os dois modelos presentes nas escolas brasileiras são as salas de leitura e as bibliotecas. O primeiro não exige bibliotecário e o segundo, sim. Independentemente disso, os dois funcionam como canais de promoção da leitura e da cultura e devem estar presentes em todos os estabelecimentos de ensino. Mas não é isso o que acontece. Segundo dados do Anuário Brasileiro da Educação Básica, do Todos Pela Educação, em parceria com a Editora Moderna, apenas 13,3% das pré-escolas têm salas de leitura; 46,4% das escolas de Ensino Fundamental têm bibliotecas ou salas de leitura; no Ensino Médio, o índice é de 86,5%.

Além disso, ter o espaço não é tudo. Dada sua centralidade na democratização do saber e da fruição estética, as bibliotecas ou salas de leitura precisam contar com acervos, equipamentos e profissionais de qualidade. Medrano descreve algo que em nada lembra o modelo que vem à mente de muitos quando se fala de bibliotecas:

– Deve ter uma variedade de materiais impressos e digitais: livros, revistas, jornais, gibis, folhetos, fanzines, considerando a diversidade de gêneros e a diversidade da produção.

– Deve contar com meios para acesso às produções e às novas formas de leitura, computadores, tablets, leitores digitais e com formas para produção e compartilhamento de informações, como projetores, filmadoras, copiadoras, máquinas fotográficas etc.

– É preciso contar com uma equipe de profissionais formada e consciente de suas atribuições como mediadores e formadores de leitores. Profissionais que possam criar e propor atividades de exploração e apropriação dos acervos e também de buscas de novas fontes, que formem estudantes interessados pela informação.

– O local também deve contar com espaço para exposição e acesso facilitado aos acervos (físicos e digitais) e equipamentos, mobiliário que permita o manuseio.

Dessa maneira, não se trata de juntar num canto uma série de livros que logo se transformam em depósito de poeira. Christine Fontelles, outra especialista no assunto e fundadora do Movimento Por um Brasil Literário, além de endossar todos os pontos levantados por Medrano também destaca a importância da abertura das bibliotecas escolares à comunidade. Esse equipamento deve permitir que os livros circulem entre alunos e pais (seja via empréstimo, seja em atividades de compartilhamento de leitura), fortalecendo uma comunidade leitora mais ampla. Na cidade de São Bernardo do Campo, em São Paulo, acontece uma experiência inspiradora.

A rede municipal de ensino oferta, desde 2007, as Bibliotecas Escolares Interativas (BEIS) que abrem uma vez por semana para que pais e vizinhos possam utilizar o espaço e fazer empréstimos.

A sala de leitura ou biblioteca também deve estar orientada ao público que ela atende, é o que pontua Fontelles, fornecendo um acervo com obras que atendam à demanda dos frequentadores – por exemplo: oferta de gibis e mangás para um público juvenil – e organizado de maneira a facilitar o acesso – por exemplo:  acervos com sessões separadas por cores.

Caso a escola de sua comunidade não tenha biblioteca ou o potencial da existente esteja sendo mal explorado, fale com a direção da escola. Vale ressaltar que as creches e pré-escolas também devem possuir salas de leitura ou bibliotecas, pois a cultura escrita não tem idade e quanto mais cedo o contato com ela maiores as chances de desenvolver bem o hábito leitor.

Como foi citado no início do texto, a biblioteca escolar é assegurada em lei e deve ser universalizada até 2020. Apesar disso, nem mesmo o Governo Federal, responsável pela compra dos acervos, tem colocado esses equipamentos em sua lista de prioridades. Desde 2013, o Programa Nacional Biblioteca na Escola (PNBE) está paralisado e não compra livros.

Sociedade e poder público devem trabalhar juntos pela universalização e garantia de qualidade das bibliotecas escolares e salas de leitura. Negligenciá-las é negar uma Educação Integral, o direito à arte e à cultura.

Fonte: O Globo

Poesia Agora: Caixa Cultural apresenta trabalho de mais de 500 poetas

Caixa Cultural leva ao público a experiência da poesia (Foto: Divulgação)

Uma ótima opção para os amantes da poesia. A Caixa Cultural do Rio de Janeiro apresenta ao público a maior exposição do gênero no país. Estão reunidos os trabalhos de mais de 500 poetas brasileiros e estrangeiros, entre textos, livros, vídeos, fotos, registros sonoros e saraus.

A mostra contempla diferentes abordagens, divididas em alas. A ideia é transmitir ao visitante um mapeamento do cenário da poesia contemporânea em diferentes regiões do país, além de inspirar o público a criar seus próprios versos.

Em cartaz até 06 de agosto.
Entrada franca.
Local: Caixa Cultual – Av. Almirante Barroso, 25, Centro.

Paço Imperial promove exposição sobre o fotógrafo Marcel Gautherot

Gautherot: fotografias em exposição (Foto: Divulgação)

Basta olhar para o antigo prédio do Paço Imperial, construído no século XVIII, para voltar no tempo. Essa imagem do passado ganha ainda mais ênfase com a exposição do fotógrafo francês Marcel Gautherot (1910-1996).

Gautherot  viveu a maior parte de sua vida no Brasil e produziu extensa documentação fotográfica sobre o país. Viajando por todo o território brasileiro, construiu uma obra de extraordinária qualidade estética nos dois domínios que privilegiou − a fotografia etnográfica e a fotografia de arquitetura.

Exposição Marcel Gautherot – Brasil: Tradição, Invenção.
Em cartaz até 20 de agosto. Entrada franca.
Local: Paço Imperial – Praça XV de Novembro, 48, Centro.

Após jogos olímpicos, atrações culturais movimentam área revitalizada no Rio

Quatro meses após os jogos Rio 2016, áreas como o Boulevard Olímpico continuam movimentadas. AquaRio é a novidade da zona portuária.

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OPÇÕES CULTURAIS. Áreas revitalizadas recebem turistas de vários lugares (Foto: Thiago Cirne).

A zona portuária entrou definitivamente no roteiro dos turistas que visitam o Rio de Janeiro. Grande parte desse prestígio se deve aos Jogos Rio 2016, quando cerca de 4 milhões de pessoas passaram pelo espaço.

Muitos dos que não acompanharam as partidas, exibidas em telões instalados no chamado Boulevard Olímpico, guardaram a oportunidade para depois, e, agora, frequentam o local. Mas, o que pode ser visto atualmente na Praça Mauá e em seus arredores? A resposta é simples e atende a vários gostos: food trucks, museus, feiras, passeios no VLT e a mais nova atração, o AquaRio. 

Praça XV

O slogan “Quem te viu, quem te vê” não parece exagero. Após a retirada do elevado da Perimetral, entre 2013 e 2014, a histórica Praça XV ganhou novos moldes – que acompanharam as alterações no antigo “Mergulhão”, transformado no novo túnel Marcello Alencar. Algumas mudanças paisagísticas também foram realizadas. A praça ganhou um dos pontos do VLT (ainda em fase de testes) e marcou o início do Boulevard durante os jogos. Além de passagem para quem é usuário das barcas, o local recebe corredores e skatistas. 

Pira da Candelária

Parada obrigatória para selfies durante os jogos, a pira olímpica, localizada em frente à Igreja da Candelária, permanece no local. A escultura foi instalada em uma praça, também remodelada. Outro atrativo é a proximidade do Centro Cultural Banco do Brasil.

Museu do Amanhã

Visitantes observam as exposições do Museu do Amanhã (Foto: Thiago Cirne).

Visitantes observam as exposições do Museu do Amanhã (Foto: Thiago Cirne).

Pensar em revitalização da Praça Mauá sem lembrar do Museu do Amanhã é praticamente impossível. O prédio, projetado pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava, foi inaugurado em dezembro de 2015. Prestes a completar seu primeiro ano de funcionamento, a atração recebe visitantes de todo o mundo. A proposta é a conscientização sobre as mudanças climáticas e a condição do homem no mundo atual e futuro. “Após os jogos o museu continua recebendo um grande número de visitantes e isso é bastante positivo”, afirmou um funcionário do Museu do Amanhã, ressaltando ainda que a Praça Mauá também segue recebendo muitos turistas.

Mural “Etnias”

A obra de Eduardo Kobra possui 2,6 mil metros quadrados e chama a atenção pela precisão e qualidade nos desenhos. Registrar uma fotografia diante dos painéis tem ainda um significado especial: trata-se do maior grafite do mundo, de acordo com o Guinness Book.

VLT

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VLT: novo meio de transporte conquistou os turistas (Foto: Thiago Cirne).

Após um longo período de obras, a Avenida Rio Branco passou a conviver com seu novo e ilustre meio de transporte: o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). A atração é um projeto da Prefeitura da Cidade e promove a interligação da região portuária ao aeroporto Santos Dumont.  O primeiro trecho do VLT tem aproximadamente 14 km de trilhos. O segundo trecho fará a conexão entre a Central do Brasil e a Praça XV, informa o site VLT Carioca.

AquaRio

Crianças e adultos visitando um aquário marinho não é mais (apenas) cena de filme. Inaugurado em novembro, o equipamento possui 26 mil m2 de área construída e 4,5 milhões de litros de água, sendo o maior da América do Sul. Reúne 350 espécies e promove exposições sobre temas relacionados ao ambiente marinho e aquático. Um acordo com a Prefeitura garante visitas escolares gratuitas aos estudantes da rede pública municipal, mediante agendamento prévio.

 

Trovador Gilvan Carneiro da Silva é homenageado em SG

O Diário da Poesia irá homenagear, no dia 09/12, às 19h, no Restaurante Sintonia Fina, o renomado poeta e trovador Gilvan Carneiro da Silva. O evento, que tem a coordenação do poeta e professor Renato Cardoso, contará com mais de 25 apresentações.

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Gilvan Carneiro: homenagem em SG (Foto: Divulgação)

Gilvan Carneiro da Silva, residente em São Gonçalo, nasceu em 20 de janeiro de 1945 na cidade de Niterói, filho de José Joaquim Pereira da Silva e Maria do Carmo Carneiro da Silva. Foi vencedor de diversos concursos de trovas em âmbitos nacionais e internacionais. É conhecido como “professor”, devido ao seu alto grau de conhecimento sobre trovas. Pertence à Academia Gonçalense de Letras e à UBT de São Gonçalo, da qual já foi Delegado e Presidente. Aposentado, arquitetura e magistério foram seus ramos de atividade. Com diversos livros publicados, o trovador passeia pela poesia, trova e prosa com tamanha maestria, digna dos grandes mestres.

Declamando as poesias do homenageado e autorais, o evento contará com a participação dos poetas José Francisco Rodrigues, Marcelo Motta, Carlos Galeno, Nereis Ribeiro, Fátima Daniel, Ivone Rosa, Mariângela Tavares, Carlos Alberto Oliveira, Kleber Marques, Walter Turbano, Jota Sobrinho, Lucia Malta, Fabio Hartmann e Renato Cardoso.

Já na música haverá a presença dos cantores Vitor Adolfo, Onofre Esteves, Letícia Medina e do Trio Os Usufrutuários e da Banda Tétrade. Além do ator Elcino Dello Carmo e do casal de bailarinos Vinicius Matos e Juliana Medina.

Serviço:
Local: Restaurante Sintonia Fina
Endereço: Avenida Presidente Kennedy, 673 – Centro – SG.
Telefone: 994736353
Entrada gratuita.