Festival Internacional de Cinema de Arquivo: confira a programação

Arquivo Nacional (Foto: Reprodução)

O Arquivo Nacional divulgou na última terça-feira (28) a programação completa do “Arquivo em Cartaz – Festival Internacional de Cinema de Arquivo”. A terceira edição do evento acontece de 4 a 13 de dezembro, no Rio de Janeiro e em Niterói. Serão apresentados 78 títulos (46 curtas, 18 médias e 14 longas-metragens) em pré-estreias, retrospectivas, mostras temáticas e competitivas.

Os 10 dias de atividades terão como foco “Os filmes de família, caseiros e amadores” mostrando a construção da sociedade e da memória brasileira, a partir da exibição de filmes feitos em ambientes privados.

Clique aqui e confira a programação!

Segundo o AN, o festival tem como objetivo promover a difusão do patrimônio audiovisual, contribuindo para a preservação e recuperação da memória cinematográfica brasileira. Seu principal intuito é divulgar e incentivar a realização de filmes produzidos com imagens de arquivo, exibir películas restauradas, além de oferecer oficinas dedicadas a preservação e tratamento de arquivos cinematográficos, como uma ferramenta de indiscutível importância na salvaguarda da memória audiovisual brasileira.

Locais de Exibição
Arquivo Nacional (Cine Pátio e Cine-Teatro) – Praça da República, 173 – Centro, Rio de Janeiro – RJ.
Cine Arte UFF – R. Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói – RJ.

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Cinema argentino contemporâneo é destaque na Caixa Cultural

Cinema argentino: 23 filmes serão exibidos (Foto: Divulgação)

Após a primeira edição, realizada no ano passado, a mostra “Histórias extraordinárias: cinema argentino contemporâneo” retorna à programação da Caixa Cultural, no Rio de Janeiro. Serão exibidos 23 dos melhores longas e curtas-metragens da Argentina.

A mostra tem a curadoria de Natalia Christofoletti Barrenha, pesquisadora de cinema argentino, e Agustín Masaedo, programador do Buenos Aires Festival Internacional de Cine Independiente.

O público também poderá acompanhar os debates e palestras com artistas. A diretora Milagros Mumenthaler, a realizadora e atriz Ana Katz e a atriz Andréa Beltrão estão entre as convidadas.

Cinema argentino contemporâneo
Data: 07/11/2017 a 19/11/2017
Horário da Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Local: Cinema 2
Entrada: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia)

A espera acabou

Fonte: O Fluminense

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Reserva Cultural Niterói (Foto: Divulgação)

A sétima arte vai tomar conta de Niterói a partir do próximo mês. Isso porque, já tem data para chegar ao fim a espera da aguardada inauguração do Reserva Cultural Niterói, um complexo de cinema e lazer que faz parte do Centro Petrobras de Cinema. As portas do novo espaço cultural da cidade serão abertas para o público a partir do dia 1º de setembro.

Com investimento aproximado de R$ 12 milhões, o espaço contará com cinco salas de cinema com capacidade para mais de 600 pessoas no total, além de livraria, bistrô, restaurante e galeria de arte. “A proposta é providenciar o maior conforto possível com uma qualidade de som e imagem acima da média. O complexo contará com cinco salas, totalizando 625 lugares. As salas 1 e 2 serão equipadas com sistema de projeção 3D e som, concebido especialmente para o projeto. Estamos otimistas, mas sabemos que precisaremos de muita dedicação para conquistar os corações niteroienses. Em nossas pesquisas de mercado a avaliação do público foi excelente”, explica Jean Thomas Bernardini, presidente do Reserva Cultural, empresa responsável pelo projeto.

Idealizado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o complexo cultural, localizado no bairro de São Domingos, faz parte do conjunto arquitetônico denominado Caminho Niemeyer. Com 8,3 mil metros quadrados, foi concebido para ser o maior museu cinematográfico do País e contribuir para a revitalização do bairro. Nesta edificação, as cinco salas de exibição ficam no andar superior e contam com proteção térmica e acústica e lotações diferentes que variam de 100 a 200 lugares cada. “Toda programação de cinema é finalizada na terça-feira anterior a quinta de estreias nacionais. Aqui será a mesma coisa. Por exemplo, na quarta, dia 31, estaremos com a programação em mãos, que será divulgada tanto aqui no espaço, como nos principais veículos de comunicação. O preço e os horários também serão os mesmos que o público já está acostumado nos cinemas de Niterói”, explica a francesa que mora em São Paulo, Laure Bacqué, sócia diretora e fundadora do complexo paulista Reserva Cultural.

Serão sete espaços dentro do complexo. Estão confirmados uma livraria, uma galeria de arte, uma loja de CDs, dois restaurante e um bistrô, localizados no térreo. Os visitantes também poderão usufruir de um estacionamento com 180 vagas na área externa. “Não faltam atrativos. No térreo, três espaços gastronômicos: o Bistrô Reserva, a Mística Pizza e o Bizu Bizu. E, ainda, outros espaços, como a prestigiada Blooks Livraria. Aos domingos, teremos piquenique na grama do espaço com diversões para as crianças. Na parte de cima, no andar do cinema, haverá uma bombonière e um bar com mesas internas e externas com vista para o belíssimo pôr do sol daquele local”, destaca Bernardini.

Inaugurando as exibições, dia 24, será a pré-estreia nacional (apenas para convidados) do filme “Aquarius”, do diretor Cléber Mendonça Filho, que concorreu à Palma de Ouro, em Cannes, neste ano. O Reserva Cultural Niterói segue os modelos da sua matriz, em São Paulo. Assim, a exibição dos filmes terá uma proposta diferente do convencional, oferecendo ao público, principalmente, filmes do cinema latino-americano, europeu e produções independentes. O Centro Petrobras de Cinema é um dos principais projetos do complexo arquitetônico do Caminho Niemeyer e o contrato de exploração com a empresa paulista é válido por 25 anos. “Foi feita uma parceria público privada, na qual confio no potencial, já que os sócios tem um grupo de sucesso em São Paulo, com muita experiência na área cultural. O complexo é de alto nível e a cidade só tem a ganhar. Já estamos com projetos em andamento para o Museu do Cinema, que não integra a concessão, porém ainda não temos previsão de inauguração”, adianta o presidente do Caminho Niemeyer, Rogério Aguiar.

Além do contrato de concessão, a Prefeitura de Niterói também fará investimentos no complexo, no espaço que se assemelha a um rolo de filme, que não faz parte da concessão (como adiantou Rogério). Na área será construído o Museu do Cinema, focado no cinema documental brasileiro; um auditório multiuso para festivais de cinema; e um núcleo de produção digital e audiovisual, em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF). “Temos o maior interesse em fazer mais projetos em conjunto com a UFF, já tivemos até uma primeira conversa a respeito. Queremos também criar um convênio para oferecer essa programação para o público universitário. Vale lembrar que não se trata de uma adaptação, mas, sim, um projeto do mestre Niemeyer, feito para ser um polo cinematográfico. Iremos ocupar o espaço exatamente da forma que ele foi projetado”, explica Bacqué.

Para o Presidente da Fundação de Arte de Niterói (FAN), André Diniz, o complexo tem tudo para se tornar uma referência para o cinema brasileiro. “Ninguém levava fé que esse espaço pudesse ficar pronto, pois era um local parado há mais de dez anos. Mas, agora, a gente tem a felicidade de inaugurar a primeira parte do complexo. É um espaço único, importante não só para Niterói, mas para todo Brasil”, ressalta André.

Região Serrana: começa neste fim de semana mais uma edição do Festival Sesc de Inverno

Fonte: Canal Petrópolis

De 24 de julho a 2 de agosto, Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo vão receber a programação cultural com performances, exposições, eventos literários, dança, teatro, música e diversas outras linguagens que vão aquecer o público da Serra.

Entre os nomes confirmados estão Zeca Pagodinho, Emicida, Antonio Fagundes, Rio Maracatu, Wagner Tiso e Tunai, Kleiton e Kledir, Cia Amok de Teatro, Tapetes Contadores de Histórias, Focus Cia de Dança, Jorge Salomão, Hermínio Belo de Carvalho, entre muitos outros.

Serão dez dias consecutivos de festa, incluindo dois finais de semana, com música, teatro, dança, literatura, cinema, artes visuais, workshops, lançamentos de livros, palestras, seminários ocupações, intervenções e oficinas, oferecendo ao público em geral uma programação de qualidade, com 80% de atrações gratuitas. As demais terão preços populares.

As atividades têm apoio das prefeituras locais e serão realizadas em diversas localidades, além das unidades do Sesc, para aproximar e oferecer cultura ao público de vários pontos de cada município.

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Festival de Inverno começa neste fim de semana.

Clássicos voltam às telas

Para quem gosta de assistir aos clássicos do cinema, o bom e velho DVD, ou aquelas exibições “Cult” de alguns canais, não serão mais as únicas opções.  Filmes como Pulp Fiction (1994), Laranja mecânica (1971) e Bonequinha de luxo (1961) estarão em cartaz novamente, dessa vez em alta definição.

A rede de cinemas Cinemark apresenta uma série de exibições ao preço de R$7 (meia) e R$14 (inteira). A programação faz parte do “Clássicos Cinemark” e acontece em vários locais do país, com os seguintes horários: sábados (23:55), domingos (12:30) e às quartas-feiras (19:30).

Laranja Mecânica, 1971.

Laranja mecânica, 1971 (Foto: Reprodução).

Para a próxima edição, a rede estuda a exibição dos longas O Poderoso Chefão, Forrest Gump: O Contador de Histórias, Império do Sol, entre outros.

Confira a programação da mostra Clássicos:

Taxi Driver (1976): 31/5, 1 e 4/6;
Pulp Fiction (1994): 7, 8 e 11/6;
Laranja mecânica (1971): 14, 15 e 18/6;
Os embalos de sábado à noite (1977): 21, 22 e 25/6;
Grease: Nos tempos da brilhantina: 28 e 29/6 e 2/7;
Bonequinha de luxo (1961): 5, 6 e 9/7.

Robocop deixa boas impressões

Robocop era um desses filmes que mereciam uma versão moderna. A ideia de um homem-máquina é sempre interessante para os amantes da ficção e, dessa vez, o clássico do cineasta holandês Paul Verhoeven voltou com cara nova em 2014.

Eu era criança quando assisti pela primeira vez o detetive Alex Murphy circulando pelas ruas da cidade de Detroit. A aventura do policial ciborgue fez sucesso, gerando lucro de mais de $53 milhões em 1987.

Divulgação de “Robocop”, 1987.

O rameke conta com a direção de José Padilha e apresenta diálogos que lembram Tropa de Elite 1 e 2. O policial estressado, a esposa que sofre, o filho que acompanha a luta diária do pai, o apresentador “datenesco”, as tomadas de treinamento… tudo bem familiar para quem curtiu as aventuras do Capitão Nascimento.

Lutando contra máquinas e a própria corrupção humana, Robocop se destaca entre os longas do primeiro semestre, matando saudades e deixando boas impressões.

Robocop, 2014