VOLTA REDONDA POSSUI A MAIOR BIBLIOTECA DO SUL FLUMINENSE

Biblioteca Pública Municipal Raul de Leoni (Foto: Divulgação)

“Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um livro”, afirmou o escritor norte-americano, Henry David Thorea. Sendo assim, os moradores de Volta Redonda, e da região, podem encontrar uma infinidade de opções e recomeços na biblioteca do município. O espaço conta com um acervo de mais de 22 mil títulos, e é considerada a maior biblioteca do Sul Fluminense.

Um bom exemplo de como a leitura é um hábito a ser compartilhado é o da moradora do bairro São Cristóvão, Edna Almeida Silva, de 68 anos. A Biblioteca Municipal Raul de Leoni, na Vila Santa Cecília, que possui atualmente quase 12,7 mil usuários cadastrados, foi a primeira que Edna teve acesso e que a ajudou a influenciar a filha Jussara Almeida Batista Silva, de 39 anos, e a neta Nina Flor Ramos Batista, de 11 anos, que a acompanham nos universo dos livros.

– Minha mãe sempre gostou de ler e lia para mim e para meus irmãos. Ela colocava os livros no alto das estantes e dizia que era para proteger, pois criança pequena poderia acabar destruindo – comentou rindo Edna.

Jussara conta que o amor pelos livros vem desde pequena.

– Sempre amei ler. Conforme fui crescendo, pegava livros na escola, mas sempre quis ter acesso a mais. Quando descobri a biblioteca, foi maravilhoso, um paraíso para mim – contou.

A biblioteca municipal possui ambiente adequado para leitura e o acesso ao acervo é livre. No primeiro andar estão localizadas cinco salas de estudo em grupo, para até cinco pessoas, salão de estudos com 13 mesas coletivas com quatro cadeiras e 16 baias de estudo individuais e quatro computadores para pesquisa. O número de estantes para o acervo é suficiente e sua instalação respeita as normas de acessibilidade.

No segundo andar funciona a biblioteca kids, que conta com um acervo direcionado ao público infantojuvenil. Este espaço recebe diariamente escolas, previamente agendadas, para realização de atividades como contação de histórias, pinturas, teatro, entre outros. A biblioteca também possui auditório com 144 lugares e sala de internet com acesso controlado por sistema.  A parte administrativa também está alocada no segundo andar, além de quatro banheiros, copa e processamento técnico.

De acordo com a coordenadora da Biblioteca Municipal Raul de Leoni, Letícia Monteiro Machado, a biblioteca tem uma média de 2050 pessoas atendidas por mês. Os livros mais procurados para empréstimos são os paradidáticos, como literatura nacional e estrangeira. Já para ler na própria biblioteca a procura maior são os livros didáticos.

Além dos estudantes, que também são representados pelas visitas guiadas escolares, a biblioteca também recebe grupos da terceira idade, da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), entre outros. O espaço é utilizado ainda para lançamentos de livros, exposições variadas, saraus, etc. A biblioteca municipal funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h e aos sábados de 8h às 12h.

Fonte: Diário do Vale

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Biblioteca Nacional de Brasília ganha livros de autores negros

BN de Brasília (Foto: Reprodução)

O acervo da Biblioteca Nacional de Brasília ganhou mais de cem livros de autores negros. As obras, fruto de doações, estão disponíveis para empréstimo desde a última quarta-feira (29). As informações são do site EBC.

Um dos destaques da nova coleção é a produção feminina negra na literatura. Entre os títulos que compõem o acervo, está o primeiro livro publicado por uma mulher negra no Brasil, em 1859. Escrito em um contexto de segregação social e racial, “Úrsula”, de Maria Firmina dos Reis, é um romance abolicionista.

A Secretaria de Cultura também vai lançar o selo Maria Firmina dos Reis, para identificar a produção literária afro-brasileira, informa a matéria.

Maricá, RJ: Ônibus circulam com livros disponíveis para passageiros

Coletivos ajudam a promover a leitura em Maricá (Foto: Reprodução).

Os passageiros que utilizam os ônibus gratuitos em Maricá têm, durante a viagem, uma estante com livros à disposição. A iniciativa faz parte do projeto “Viaje com Leitura” que equipou coletivos com aproximadamente 1.500 livros. O objetivo é estimular o hábito da leitura, informou o site G1 Região dos Lagos.

As obras, todas catalogadas e disponíveis em 6 coletivos, podem ser utilizadas durante as viagens. Os passageiros que não finalizarem a leitura durante o trajeto podem devolver o exemplar posteriormente, na ouvidoria da Empresa Pública de Transportes (EPT), na Avenida Roberto Silveira, s/nº, Centro.

Informação para todos: Uruguai cria biblioteca para deficientes visuais

Uruguai cria biblioteca para deficientes visuais (Foto: Reprodução)

Nesta segunda-feira (21/08), o site Pravda afirmou que a primeira biblioteca digital acessível para deficientes visuais no Uruguai estará funcionando a partir de setembro. Com mais 500 textos de estudo para alunos de ensino primário e médio, a biblioteca é uma iniciativa surgida da aliança entre a União Nacional de Cegos do Uruguai (UNCU) e a Universidade da República (Udelar).

De acordo com o site, o primeiro objetivo do centro é oferecer ferramentas que favoreçam a reinserção, o trânsito e a permanência no sistema educativo formal da população com problemas de visão.

– Devemos garantir o acesso à leitura como um direito de todos – assinalou a ministra de Educação e Cultura María Julia Muñoz, durante a apresentação celebrada na Biblioteca Nacional.

Ainda segundo a publicação, a proposta irá auxiliar os jovens para que, através do acesso ao material correspondente ao plano de estudos, possam finalizar os seus estudos e ter a oportunidade de começar carreiras universitárias, destacou a coordenadora do Núcleo Interdisciplinário de Recursos Educativos Abertos e Acessíveis da Udelar, Virginia Rodes.

Itaboraí: Biblioteca abre exposições de ilustrações e obras raras

Biblioteca Municipal Joaquim Manuel de Macedo, em Itaboraí (Foto: Reprodução)

A Biblioteca Municipal Joaquim Manuel de Macedo, em Itaboraí, região metropolitana do Rio, realiza na próxima quarta-feira, a partir das 17h, a abertura de duas exposições. A primeira, chamada de “Analógico e Digital”, do professor Carlos Alexandre Chavão, trata de ilustrações coloridas com a técnica aquarela. A segunda apresenta obras raras, em homenagem ao Dr. Heitor Costa, herdeiro do jornal “O Itaborahyense”, com itens de seu acervo pessoal. As informações são do jornal “O São Gonçalo”.

Segundo o gestor da instituição, Wanderson Silvas, o projeto possibilita a vivência das artes compostas por elementos diversos, sejam eles históricos ou modernos.

“A exposição proporciona a ampliação dos conteúdos conceituais para a formação dos artistas locais, constituindo uma excelente oportunidade para a percepção das obras expostas e sua relação com o espaço”, afirmou Wanderson ao jornal.

Morador de Itaboraí, Carlos Alexandre Chavão é professor de História no município e servidor há 24 anos, lotado no Centro de Memória da Biblioteca Municipal. Carlos iniciou na pintura com aquarela há três anos. “Nosso mundo foi invadido pela informática e esse é um caminho sem volta. Sendo assim, nossas vidas se transformam em uma mistura de elementos analógicos, humanos, naturais, biológicos – que tem um ritmo próprio – e outros ligados à introdução instantânea, bits, hardware, software, etc. Esses elementos andam juntos, mas nem sempre se entendem”, comentou.

O jornal “O Itaborahyense” foi fundado, em 1895, pelo avô do Dr. Heitor Costa, Hermeto Luis da Costa, e posteriormente passou para as mãos do seu pai, Hermeto Luis da Costa Jr. É considerado o terceiro jornal mais antigo do Estado do Rio de Janeiro. Caracterizou-se por ser um jornal da família que, desde os tempos do Império, difundia informações, notícias e a cultura da cidade.

A exposição gratuita fica até o dia 13 de setembro. A biblioteca funciona na Praça Marechal Floriano Peixoto, 39, Centro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Mais informações pelo email: bibliomacedo@itaborai.rj.gov.br.

“POR QUE A SUA ESCOLA DEVERIA TER UMA BIBLIOTECA?”

Biblioteca escolar: fundamental para o desenvolvimento intelectual (Foto: Reprodução)

A resposta poderia começar com uma explicação bem direta: porque está na lei Nº 12.244, promulgada em 2010. Mas a legislação para bibliotecas escolares é apenas o fim de uma longa história por trás do direito ao livro. É preciso, sobretudo, compreender o direito à arte, à cultura e à informação que as bibliotecas proporcionam e o papel da escola nesse cenário.

Apesar de sermos um País democrático, há pouca democracia no acesso a espaços culturais, muitas vezes reservados a grupos sociais com maior poder aquisitivo ou onde a mobilidade seja mais fácil, como nos grandes centros urbanos. Segundo dados do IBGE de 2015, poucas cidades brasileiras dispõem de museus (37%), teatros (23,4%) ou cinemas (10,5%).

O mundo digital, apesar da potência para disseminar cultura e conhecimento, também está distante de boa parte das crianças e jovens de escolas públicas devido à má qualidade do acesso à internet e da falta de preparo para lidar com a cultura digital. Apenas 56% das escolas públicas utilizam os laboratórios de informática disponíveis, de acordo com a recém divulgada pesquisa TIC Educação 2016.

Outro dado interessante é o da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2015 que aponta que 30% da população brasileira nunca comprou um livro. Isso é compreensível, dado que, por uma série de fatores que vão desde as pequenas tiragens até o custo da matéria-prima, o livro ainda é artigo de luxo por aqui.

É nessa aridez de circulação de ideias e arte, portanto, que as bibliotecas escolares surgem não apenas como equipamentos fundamentais para o incentivo ao hábito da leitura como também espaço de contato com diferentes suportes tecnológicos e diversidade cultural, como pontua Sandra Medrano, coordenadora pedagógica da Comunidade Educativa CEDAC.

Os dois modelos presentes nas escolas brasileiras são as salas de leitura e as bibliotecas. O primeiro não exige bibliotecário e o segundo, sim. Independentemente disso, os dois funcionam como canais de promoção da leitura e da cultura e devem estar presentes em todos os estabelecimentos de ensino. Mas não é isso o que acontece. Segundo dados do Anuário Brasileiro da Educação Básica, do Todos Pela Educação, em parceria com a Editora Moderna, apenas 13,3% das pré-escolas têm salas de leitura; 46,4% das escolas de Ensino Fundamental têm bibliotecas ou salas de leitura; no Ensino Médio, o índice é de 86,5%.

Além disso, ter o espaço não é tudo. Dada sua centralidade na democratização do saber e da fruição estética, as bibliotecas ou salas de leitura precisam contar com acervos, equipamentos e profissionais de qualidade. Medrano descreve algo que em nada lembra o modelo que vem à mente de muitos quando se fala de bibliotecas:

– Deve ter uma variedade de materiais impressos e digitais: livros, revistas, jornais, gibis, folhetos, fanzines, considerando a diversidade de gêneros e a diversidade da produção.

– Deve contar com meios para acesso às produções e às novas formas de leitura, computadores, tablets, leitores digitais e com formas para produção e compartilhamento de informações, como projetores, filmadoras, copiadoras, máquinas fotográficas etc.

– É preciso contar com uma equipe de profissionais formada e consciente de suas atribuições como mediadores e formadores de leitores. Profissionais que possam criar e propor atividades de exploração e apropriação dos acervos e também de buscas de novas fontes, que formem estudantes interessados pela informação.

– O local também deve contar com espaço para exposição e acesso facilitado aos acervos (físicos e digitais) e equipamentos, mobiliário que permita o manuseio.

Dessa maneira, não se trata de juntar num canto uma série de livros que logo se transformam em depósito de poeira. Christine Fontelles, outra especialista no assunto e fundadora do Movimento Por um Brasil Literário, além de endossar todos os pontos levantados por Medrano também destaca a importância da abertura das bibliotecas escolares à comunidade. Esse equipamento deve permitir que os livros circulem entre alunos e pais (seja via empréstimo, seja em atividades de compartilhamento de leitura), fortalecendo uma comunidade leitora mais ampla. Na cidade de São Bernardo do Campo, em São Paulo, acontece uma experiência inspiradora.

A rede municipal de ensino oferta, desde 2007, as Bibliotecas Escolares Interativas (BEIS) que abrem uma vez por semana para que pais e vizinhos possam utilizar o espaço e fazer empréstimos.

A sala de leitura ou biblioteca também deve estar orientada ao público que ela atende, é o que pontua Fontelles, fornecendo um acervo com obras que atendam à demanda dos frequentadores – por exemplo: oferta de gibis e mangás para um público juvenil – e organizado de maneira a facilitar o acesso – por exemplo:  acervos com sessões separadas por cores.

Caso a escola de sua comunidade não tenha biblioteca ou o potencial da existente esteja sendo mal explorado, fale com a direção da escola. Vale ressaltar que as creches e pré-escolas também devem possuir salas de leitura ou bibliotecas, pois a cultura escrita não tem idade e quanto mais cedo o contato com ela maiores as chances de desenvolver bem o hábito leitor.

Como foi citado no início do texto, a biblioteca escolar é assegurada em lei e deve ser universalizada até 2020. Apesar disso, nem mesmo o Governo Federal, responsável pela compra dos acervos, tem colocado esses equipamentos em sua lista de prioridades. Desde 2013, o Programa Nacional Biblioteca na Escola (PNBE) está paralisado e não compra livros.

Sociedade e poder público devem trabalhar juntos pela universalização e garantia de qualidade das bibliotecas escolares e salas de leitura. Negligenciá-las é negar uma Educação Integral, o direito à arte e à cultura.

Fonte: O Globo

Poesia Agora: Caixa Cultural apresenta trabalho de mais de 500 poetas

Caixa Cultural leva ao público a experiência da poesia (Foto: Divulgação)

Uma ótima opção para os amantes da poesia. A Caixa Cultural do Rio de Janeiro apresenta ao público a maior exposição do gênero no país. Estão reunidos os trabalhos de mais de 500 poetas brasileiros e estrangeiros, entre textos, livros, vídeos, fotos, registros sonoros e saraus.

A mostra contempla diferentes abordagens, divididas em alas. A ideia é transmitir ao visitante um mapeamento do cenário da poesia contemporânea em diferentes regiões do país, além de inspirar o público a criar seus próprios versos.

Em cartaz até 06 de agosto.
Entrada franca.
Local: Caixa Cultual – Av. Almirante Barroso, 25, Centro.

Trovador Gilvan Carneiro da Silva é homenageado em SG

O Diário da Poesia irá homenagear, no dia 09/12, às 19h, no Restaurante Sintonia Fina, o renomado poeta e trovador Gilvan Carneiro da Silva. O evento, que tem a coordenação do poeta e professor Renato Cardoso, contará com mais de 25 apresentações.

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Gilvan Carneiro: homenagem em SG (Foto: Divulgação)

Gilvan Carneiro da Silva, residente em São Gonçalo, nasceu em 20 de janeiro de 1945 na cidade de Niterói, filho de José Joaquim Pereira da Silva e Maria do Carmo Carneiro da Silva. Foi vencedor de diversos concursos de trovas em âmbitos nacionais e internacionais. É conhecido como “professor”, devido ao seu alto grau de conhecimento sobre trovas. Pertence à Academia Gonçalense de Letras e à UBT de São Gonçalo, da qual já foi Delegado e Presidente. Aposentado, arquitetura e magistério foram seus ramos de atividade. Com diversos livros publicados, o trovador passeia pela poesia, trova e prosa com tamanha maestria, digna dos grandes mestres.

Declamando as poesias do homenageado e autorais, o evento contará com a participação dos poetas José Francisco Rodrigues, Marcelo Motta, Carlos Galeno, Nereis Ribeiro, Fátima Daniel, Ivone Rosa, Mariângela Tavares, Carlos Alberto Oliveira, Kleber Marques, Walter Turbano, Jota Sobrinho, Lucia Malta, Fabio Hartmann e Renato Cardoso.

Já na música haverá a presença dos cantores Vitor Adolfo, Onofre Esteves, Letícia Medina e do Trio Os Usufrutuários e da Banda Tétrade. Além do ator Elcino Dello Carmo e do casal de bailarinos Vinicius Matos e Juliana Medina.

Serviço:
Local: Restaurante Sintonia Fina
Endereço: Avenida Presidente Kennedy, 673 – Centro – SG.
Telefone: 994736353
Entrada gratuita.

 

“O Pequeno Príncipe” com recursos de acessibilidade

Fonte: Acessibilidade em Bibliotecas

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“O Pequeno Príncipe”: clássico da literatura ganha versão de acessibilidade (Reprodução)

O livro “O Pequeno Príncipe”, do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry, já está disponível gratuitamente com diversos formatos e recursos de acessibilidade. O conteúdo é gratuito e de livre acesso.

“O Pequeno Príncipe” conta a história de um piloto que cai com seu avião no deserto. Ali ele encontra uma criança loura e frágil que diz ter vindo de um pequeno planeta distante. Convivendo juntos, os dois repensam valores e refletem sobre o sentido da vida. A história sensível e comovente é um dos maiores clássicos da literatura.

A obra disponível conta com os seguintes recursos: Audiolivro, Descrição das Imagens, Tradução e interpretação em Libras, Legendas, Daisy com voz humana, Daisy com voz sintética, Leitura Fácil, TXT, Leitura Ampliada, Leitura Ampliada com contraste e PDF.

Este é o primeiro dos 25 livros que serão disponibilizados online pelo Projeto Acessibilidade em Bibliotecas Públicas. Nesta coleção encontram-se clássicos da literatura, autores contemporâneos já consagrados e escritores que se destacam no cenário atual da literatura brasileira.

Região Serrana: começa neste fim de semana mais uma edição do Festival Sesc de Inverno

Fonte: Canal Petrópolis

De 24 de julho a 2 de agosto, Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo vão receber a programação cultural com performances, exposições, eventos literários, dança, teatro, música e diversas outras linguagens que vão aquecer o público da Serra.

Entre os nomes confirmados estão Zeca Pagodinho, Emicida, Antonio Fagundes, Rio Maracatu, Wagner Tiso e Tunai, Kleiton e Kledir, Cia Amok de Teatro, Tapetes Contadores de Histórias, Focus Cia de Dança, Jorge Salomão, Hermínio Belo de Carvalho, entre muitos outros.

Serão dez dias consecutivos de festa, incluindo dois finais de semana, com música, teatro, dança, literatura, cinema, artes visuais, workshops, lançamentos de livros, palestras, seminários ocupações, intervenções e oficinas, oferecendo ao público em geral uma programação de qualidade, com 80% de atrações gratuitas. As demais terão preços populares.

As atividades têm apoio das prefeituras locais e serão realizadas em diversas localidades, além das unidades do Sesc, para aproximar e oferecer cultura ao público de vários pontos de cada município.

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Festival de Inverno começa neste fim de semana.