Robocop deixa boas impressões

Robocop era um desses filmes que mereciam uma versão moderna. A ideia de um homem-máquina é sempre interessante para os amantes da ficção e, dessa vez, o clássico do cineasta holandês Paul Verhoeven voltou com cara nova em 2014.

Eu era criança quando assisti pela primeira vez o detetive Alex Murphy circulando pelas ruas da cidade de Detroit. A aventura do policial ciborgue fez sucesso, gerando lucro de mais de $53 milhões em 1987.

Divulgação de “Robocop”, 1987.

O rameke conta com a direção de José Padilha e apresenta diálogos que lembram Tropa de Elite 1 e 2. O policial estressado, a esposa que sofre, o filho que acompanha a luta diária do pai, o apresentador “datenesco”, as tomadas de treinamento… tudo bem familiar para quem curtiu as aventuras do Capitão Nascimento.

Lutando contra máquinas e a própria corrupção humana, Robocop se destaca entre os longas do primeiro semestre, matando saudades e deixando boas impressões.

Robocop, 2014

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